"Quem quer, arranja maneira" — é o que diz o ditado. Mas será que isto se sustenta realmente quando o "querer" exige quarenta mil dólares por ano e o "jeito" passa por uma comissão de admissão que rejeitou 90% dos candidatos a bolsas de estudo no ciclo anterior? Eis a pergunta sincera que tantos estudantes pesquisam discretamente no Google às duas da manhã: será que os estudantes internacionais conseguem estudar sem bolsas, ou isto é apenas algo que as pessoas dizem para incentivar?
"Cuidado com as pequenas despesas. Uma pequena fuga pode afundar um grande navio." Benjamin Franklin disse isto séculos antes de alguém transferir dinheiro para as propinas através de diferentes fusos horários, mas a frase aplica-se quase na perfeição a esta situação. Portanto, eis a verdadeira pergunta que todo o estudante que planeia estudar no estrangeiro deve fazer: o que acontece ao seu orçamento quando a própria moeda decide oscilar sem pedir a sua autorização?
Mesmo agora, se começou a pesquisar no Google "quando devo candidatar-me para estudar no estrangeiro" depois da uma da manhã ou tem pelo menos quinze separadores do browser abertos, não está longe do que a maioria dos estudantes deveria realmente estar a fazer. Um bom calendário de candidaturas é, provavelmente, o principal fator que diferencia os candidatos que conseguem entrar na universidade dos seus sonhos daqueles que acabam por ter de aceitar apenas o que está disponível.
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